Prana Filmes

Yonlu

Yonlu, the film - scene still 1

(HD, 90 min, cor, 2017)

(16:9, som Dolby Digital)

Baseado na história real de um garoto de 16 anos que, com a ajuda da internet, conquistou o mundo com seu talento para a música e para a arte. Fluente em cinco idiomas, Yonlu tinha uma rede de amigos virtuais em todos os continentes. Ninguém desconfiava, contudo, que ele também participava de um fórum de potenciais suicidas.

 

Créditos
Direção e Roteiro: Hique Montanari
Produção: Luciana Tomasi
Montagem: Alfredo Barros
Diretor de Fotografia: Juarez Pavelak
Direção de Arte: Iara Noemi e Gilka Vargas
Direção de Produção: Taty Behar
Desenho de Som: Gabriela Bervian
Trilha Sonora: Nando Barth

Elenco Principal
Thalles Cabral (Yonlu)
Lorena Lorenzo (Luana)
Leonardo Machado (Pai)
Nelson Diniz (Psicólogo)
Liane Venturella (Mãe)
Mirna Spritzer (Repórter)

 

Prêmios
– Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2017):
Prêmio Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) de Melhor Filme Brasileiro

– Festival Internacional de Cinema da Fronteira (Bagé, 2017):
Melhor Filme e Prêmio de Imprensa

– Festival Internacional de Cinema de Madrid (Espanha, 2017):
Indicado a Melhor Ator Principal em Filme Estrangeiro e Melhor Diretor de Longa-Metragem Estrangeiro

 

Festivais

  • 19° Festival do Rio – Seleção Oficial Mostra Geração (2017)
  • 25º FIC Valdivia – Festival Internacional de Cine de Valdivia (Chile, 2018)
  • 12ª Santa Maria Vídeo e Cinema (2018)
  • 3º Santos FilmFest – Festival de Filmes de Santos (2018)
  • III Mostra de Cinema Ofcine e I Cinemário de Rio Grande (2018)

 

Críticas
“A proposta de Yonlu não é criar uma cinebiografia convencional mas sim uma ‘reinvenção’ baseada em terríveis fatos, misturando cenas com atores e animação – feitas pela Osso Filmes a partir de ilustrações feitas pelo próprio Yonlu–, reunindo elementos de diferentes linguagens, como de videoclipe, cinema experimental e documental. (…) Escolha ousada e acertada de Hique Montanari, que, com isso, conseguiu envolver a plateia indo da indignação ao lamento, entendendo o drama daquele jovem e mostrando, quase como um apelo, que depressão não é frescura, que é uma doença grave e que precisa de tratamento especializado, que precisa de atenção redobrada da família e amigos.”
(Kal J. Moon, POLTRONA POP, 11/10/2017)

“A direção de Hique Montanari foi feliz em muitos sentidos, de forma que se apropriou do universo particular do protagonista usufruindo respeitosamente de toda sua inventividade. (…) Yonlu é um filme com uma estética criativa, ousada e poética. Trata de forma respeitosa um tema delicado, e deve (nesta humilde opinião) ser assistido por toda família. Não somente pelo entretenimento, mas também pelo canal de diálogo que pode desenvolver.”
(Lorena Freitas, WOO! MAGAZINE, 16/10/2017)

“Tão pungente é a narrativa, baseada em um acontecimento real, quanto segura a condução do cineasta em relação ao que quer dizer. (…) Yonlu é uma alegoria de nosso fracasso, de nossa impossibilidade existencial como país, antes mesmo de seu início democrático, que esperávamos justo e fortalecido. Um filme profundamente pessimista, à moda da história contemporânea golpeada. Uma alegoria da melancolia, esmerada com animação. Somos trópicos, somos tristes, mas uma ponta de beleza expressiva ainda há de ser distribuída antes que tudo acabe.”
(Rosane Pavam, SITE DA ABRACCINE, 17/11/2017)

“É uma decisão esperta focar como cenário o quarto de Yonlu. Quando sai dali, é para esboçar uma estética delirante, sem compromisso com uma narrativa realista. Enquadramentos e iluminação ficam contaminados pelas letras depressivas das canções que o garoto deixou gravadas. Outro acerto para prevenir sentimentalismo barato é esmiuçar o pragmatismo do personagem no planejamento do suicídio. Assim, seus poucos momentos de descontrole se transformam em sequências de tensão que funcionam bem.”
(FOLHA DE SÃO PAULO, 30/08/2018)

Yonlu é um filme para se visto com olhos bem abertos, não nos entrega um drama comum de um personagem passando por depressão e indo cada vez mais fundo em suas aspirações artísticas, mas uma visão lúdica e perturbada de um adolescente que não encontrou um abraço quando mais precisou, e sim um empurrão para um abismo sem volta – como diz o psicólogo no filme.”
(Ricardo Rocha, CCINE 10, 30/08/2018)

 

Confira o trailer de YONLU: