Prana Filmes

Menos que Nada

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(HD/ 105min, cor, 2012)
(Janela: 16:9, Dolby Digital Sound)

Dante está internado num hospital psiquiátrico com diagnóstico de esquizofrenia. Ele não fala com ninguém, nem recebe visitas, permanecendo indiferente ao mundo. Uma jovem psiquiatra se interessa pelo caso após ver Dante surtar no pátio do hospital. Disposta a desvendar as relações sociais do seu paciente, a médica faz uma série de entrevistas com pessoas que conviviam com ele antes do internamento. Misto de drama psicológico e investigação policial, “Menos que nada” também é uma reflexão sobre os limites do tratamento das perturbações mentais.

Direção: Carlos Gerbase
Produção: Luciana Tomasi
Roteiro: Carlos Gerbase
Montagem: Giba Assis Brasil
Fotografia: Marcelo Nunes
Direção de Arte: Rita Faustini
Som direto: Rafael Rodrigues
Supervisão de som: Kiko Ferraz.
Música Original: Nenung, Marcelo 4Nazzo e Biba Meira

Elenco Principal

Felipe Kannenberg – “Dante”
Branca Messina – “Paula”
Rosanne Mulholland – “René”
Maria Manoella – “Berenice”
Carla Cassapo – “Laura”
Roberto Oliveira – “Gregório”
Artur Pinto – “Sérgio”
Alexandre Vargas – “Ciro”
Felipe Monaco – “Zanata”
Elisa Volpatto – “Úrsula”
Matheus Zoltowski – “Dante criança”
Letícia Lahude – “Berenice criança”

Festivais

  • Marché du filme Cannes (2012)
  • Ventana Sur Film Market Screening 2012;
  • Cyprus International Film Festival 2012. Indicado a Melhor Filme Internacional.
  • 4° Brazil Film Fest em Sydney Australia (2013).
  • 14° FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental de Goiás (2012).
  • IV Festival Internacional de Cinema da Fronteira (2012).
  • Mostra de Cinema do Desenvolvimento de Belo Horizonte 2013. (Festival integrante do 3° Code/Ipea);
  • IX Prêmio Fiesp / Sesi SP de Cinema 2013;
  • Festival SESC Melhores Filmes 2013;

Crítica

(…) Menos que Nada é uma proposta interessante, pelo tema que aborda e pela sua sinceridade e qualidade técnica que esbarram na falta de recursos de uma produção bem limitada. Com um elenco talento e uma fotografia bem caprichada o filme consegue envolver o publico, sendo muito bem conduzido pelas lentes de Gerbase.
(Rodrigo Ferreira, KRITZ, 20/06/2012)

“Temas como esquizofrenia, psicose, perturbação mental, internamento, drogas, paixão, desesperança e solidão fazem parte do universo do novo longa-metragem “Menos que Nada”, do diretor gaúcho Carlos Gerbase, que será lançado no dia 20 deste mês nos cinemas, internet, TV e DVD. A produção é a primeira neste formato de Gerbase e Luciana Tomasi em parceria da Prana Filmes. No elenco nomes conhecidos dos cinema brasileiro, como Felipe Kannenberg, Rosanne Mulholland, Branca Messina e Maria Manoella.”
(Tiaraju Brockstedt, CORREIO DO POVO, 09/07/2012)

“O roteiro do Menos que Nada aponta para uma representação realista. Esse realismo se aproxima do gênero documental, graças ao uso das entrevistas feitas pela mídia com as pessoas que conheciam Dante antes de sua internação. Um momento delicado da representação é a cena que acontece 11mil anos antes do presente, mostrando o ataque de um tigre de dentes de sabre a um casal de seres humanos. A computação gráfica foi concebida e realizada pela empresa gaúcha Cápsula.
“Minha motivação principal em Menos que Nada é dar um passo nesse conjunto de reflexões sobre a imaginação humana. Pretendo que esse passo ultrapasse os limites da imaginação dita normal e penetre no campo das imaginações ditas patológicas”, conta Gerbase. “Realizar este filme foi, para mim, um aprofundamento e uma radicalização de ideias que já vinham sendo desenvolvida em meus filmes: a imaginação como elemento constituinte (e formador) da existência humana; as dificuldade que todos temos relacionar o mundo imaginado com alguns de nossos instintos mais básicos e que nos aproximam muito dos animais, em especial as pulsões sexuais; os paradoxos daí resultantes , que estabelecem um tensão permanente, e às vezes insuportável, entre a racionalidade e a animalidade; o cinema como a mais poderosa máquina de criar o imaginário, pois é capaz de representar o mundo com grande verossimilhança, e mesmo assim plenamente estéticos e arbitrários”.
(Bruna Paulin – Assessora de imprensa, PROPAGANDA RS, 05/07/2012)