Prana Filmes

Bio

BIO

(HD, 105 min, cor, 2017)
(16:9, som Dolby Digital)

Nascido em 1959 e morto em 2070, um homem tem uma patologia especial que não o permite mentir. Depois de sua morte, amigos e membros de sua família se reúnem para relembrar acontecimentos especiais pelos quais passaram juntos e que montam um interessante retrato da biografia do rapaz.

 

Créditos
Direção e Roteiro: Carlos Gerbase
Produção: Luciana Tomasi
Montagem: Milton do Prado
Diretor de Fotografia: Bruno Polidoro
Diretor de Arte: Bernardo Zortea
Diretora de Produção: Marilia Garske
Desenho de Som e Trilha Original: Bunker Sound Design

Elenco Principal
Maria Fernanda Cândido (Exobióloga)
Sheron Menezzes (Habitante de Encelado)
Maitê Proença (Filha Médica)
Marco Ricca (Psicólogo)
Werner Schünemann (Professor)
Bruno Torres (Filho Neuropsiquiatra)

 

Prêmios
– 45º Festival de Cinema de Gramado (2017):
Melhor Filme (Júri Popular), Melhor Desenho de Som e Prêmio Especial do Júri pela Direção

 

Festivais

  • 9º Festival Internacional de Cinema da Fronteira (2017)
  • 19º Festival do Rio – Mostra Hors Concours (2017)
  • 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo – Mostra Brasil (2017)
  • 21º Festival Internacional de Cine de Punta del Este – Mostra Panorama Internacional (Uruguai, 2017)
  • 9º Festival Internacional de Cinema da Fronteira – Mostra Competitiva de Longas (2017)
  • 12° Bienal de Curitiba – Mostra Circuito Brasileiro (2017)

 

Críticas
“A narrativa sobre o personagem que viveu 101 anos, teve quatro famílias e fez descobertas científicas importantes é um falso documentário, que tem um roteiro tanto irônico como crítico, conforme as épocas vão passando cronologicamente na trama. É uma produção bastante criativa e diferente de tudo o que já foi feito na cinematografia gaúcha, com elogiável trabalho de montagem para Milton do Prado, entre os outros profissionais de primeira linha do cinema gaúcho que a Prana Filmes convocou para este filme.”
(Adriana Androvandi, CORREIO DO POVO, 25/08/2017)

“Leva-se um tempo para entrar na história, mas, quando se consegue, a ficção te carrega a numa aventura narrativa super interessante. Muito bem fotografado, e com rostos de mulheres formidáveis como narradoras, do tipo Tainá Müller, Maria Fernanda Cândido e Maitê Proença. (…)foi feito para ser revisto. E talvez mais de uma vez.”
(Luiz Carlos Merten, O ESTADO DE SÃO PAULO, 26/08/2017)

“O filme é um épico da nostalgia do passado à ficção científica da era futura, de 1959 a 2070. É um exercício despretensioso e simples, sem ser simplista. Pelo contrário. A condução prende o espectador pelo bem mais precioso, essencial e intrínseco do cinema: a curiosidade em saber das histórias. Nós somos movidos a fofocas e bastidores, visto que livros são lidos, e filmes assistidos. É nosso vício. (…) Definitivamente, sem tirar tampouco pôr, é uma obra-de-arte que ainda acredita na humanidade, respeitando suas idiossincrasias e que fez o ator Matheus Nachtergaele emocionar-se com ‘um filme poético e esperançoso’.”
(Fabricio Duque, VERTENTES DO CINEMA, 11/12/2017)

“Com inspirações que podem se relacionar com o Terrence Malick de ‘A Árvore da Vida’ (2011) – mas sem a dinâmica e o fluxo filosófico inerente ao recluso diretor – e no Woody Allen de ‘Zelig’ (1983) – ainda que carente do humor refinado do nova-iorquino –, Gerbase faz uma obra diferenciada dentro do cenário nacional.”
(Robledo Milano, PAPO DE CINEMA)

“Com roteiro e direção de Carlos Gerbase, Bio é um intenso e fascinante estudo sobre a vida. E para fazê-lo, o cineasta criou uma vida. Não literal, mas cinematograficamente. A curiosa proposta do filme é a documentação da existência de um homem ao mesmo tempo muito comum e muito especial. Um personagem sem nome, fictício, tratado na tela como documental, e que jamais aparece. Tudo o que saberemos sobre ele nos será revelado através de depoimentos de quem com ele conviveu. Depoimentos que nos fazem pensar, rir, chorar… como a própria vida, aliás.”
(Celso Sabadin, PLANETA NA TELA)

 

Confira o teaser de BIO: