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O fim do mundo já começou – 10

Por em 26 de março de 2013

Minha filha caçula disse que eu estou  braba demais  sobre a questão da sustentabilidade do planeta. Então eu vou encerrar o assunto, mas é certo que vou retornar a esta questão  em breve, embora a comunidade não pareça estar muito interessada no tema. Quando apareço no tapete vermelho em Cannes no Face, tenho  mais de 100 curtidas. Quando coloco o importantíssimo video do Paul McCartney sobre os matadouros, tenho  somente  2 curtidas. Doce ilusão. Então vou fazer um mix de tudo que ainda acho muito preocupante e depois vou falar de flores.

A fluoretação da água proteje os dentes mas está sendo associada a doenças nervosas, cancêr nos ossos e no colo do útero. Apesar do Brasil e da Índia terem proibido as sementes suicidas (“terminator”: só servem para uma geração de cultivo), nunca dá para tirar os olhos, nem por um segundo, do que a Monsanto é capaz de fazer na área da bio-engenharia,  destruindo o meio-ambiente. Remember Vietnã, agente laranja, tudo ainda recente em nossas cabeças.

A mineração é outra grande  tragédia, responsável pela erosão do  solo, poluição da água e do ar. Só em 1990, o mundo extraiu 11 bilhões de toneladas de ferro e 9 bilhões de toneladas de areia. Estes números já  devem ter aumentando muito, deixando um lixo avassalador também nas montanhas, florestas e campos. Isto sem entrar fundo na mineração do urânio radioativo, que com o beneficiamento produz detritos que duram 250 mil anos, sem que os países tenham alguma solução segura para eles . Quantas  pessoas ainda vão morrer de cancêr, após o desastre de Fukoshima? Chernobyl foi responsável por 500 mil mortes, só na União Soviética.

Dado importante: um adulto precisa de 840 gramas de oxigênio por dia, montante  que é produzido por  uma  árvore bem grande por  ano. Coisas práticas: tem que encher o mundo de árvores . Tem que reciclar tudo. Não precisa usar papel higiênico branco, pode ser reciclado. Nenhum papel branco.  Não comprar plástico.  Usar sacolas de pano ao invés de saquinhos. Comprar embalagens de vidro. Diminuir o consumo de carne. Denunciar os abusos. Educar as crianças. Refletir constantemente sobre os arraigados hábitos diários em relação ao nosso sofrido ecossistema.

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